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A pandemia do novo coronavírus afastou milhares de torcedores dos estádios de futebol. Os estádios não podem receber público desde março de 2020, quando a pandemia do novo coronavírus se agravou pelo Brasil. De lá para cá já se passaram mais de um ano e os clubes lamentam a falta de receitas de bilheteria, uma das mais importantes fontes de renda.

Assim como o setor do comércio por todo o Distrito Federal, o esporte também anseia por mais apoio por parte dos órgãos públicos. Atualmente, o time do Gama está sem estádio devido a montagem do hospital de campanha no Estádio Bezerrão, sem aviso prévio, gerando um efeito colateral no planejamento e deixando o clube sem um campo de bom nível para jogos oficiais.

Recentemente, o clube também ficou sem o Mané Garrincha, cedido para a Copa América. Depois de muita negociação o clube conseguiu fechar parceria com a gestão do estádio Mané Garrincha para jogar as partidas restantes do campeonato Brasileiro serie D. O clube vem se reestruturando financeiramente com novos parceiros e patrocinadores, mas sem a presença da torcida, a missão não é fácil.

A questão acerca de um possível retorno das torcidas nos estádios vem sendo amplamente debatida desde o ano passado, quando o Ministério da Saúde chegou a aprovar um estudo da Confederação Brasileiro de Futebol (CBF) que possibilitaria a volta do torcedor aos estádios e arenas de futebol em meio à pandemia de Covid-19. Organizadora do Campeonato Brasileiro, a entidade recebeu o aval do órgão do governo federal, desta forma o processo ficou sob análise de quando e como o plano entrará em ação.

No projeto foi debatido a criação de um protocolo para o retorno gradual do público aos estádios. Importante: o plano é a médio prazo, isso significaria uma reabertura dos portões com pelo menos 30% da capacidade total dos estádios e respeitando as medidas de segurança, como o uso de máscaras e distanciamento social.

No último sábado, a final da Copa América recebeu público de 10% da capacidade do estádio. Na Eurocopa, a final teve 75% do estádio liberado para o público, em sua maioria vacinado e todos testados.

A Commebol anunciou que quer também o retorno gradual do público nos jogos da Libertadores e da Sul-Americana, com pessoas vacinadas e com resultados negativos para covid-19 nas últimas 48 horas, desde que as autoridades locais autorizem.

O Flamengo demonstrou interesse em realizar seus próximos jogos da Libertadores no Mané Garrincha, com público, e o governo do Distrito Federal já se movimenta para ser a primeira unidade da federação a tomar a decisão de liberar público reduzido nos estádios, como foi noticiado pelo Correio Braziliense.

Com o avanço da vacinação e a diminuição no número de casos e mortes por Covid-19, a maioria dos times quer o retorno do torcedor a partir de agosto. A presença da torcida significa mais receitas para os combalidos cofres de clubes de todas as divisões.

O Gama vem trabalhando em busca de parcerias e patrocínios para sanar os problemas causados pela pandemia, mas carece de mais atenção do governo para o futebol local.

“Estamos sem estádio e sem torcida! Futebol de Brasília precisa de mais apoio”.

Ascom /S.E.Gama

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