Escudos

Em 15 de Novembro de 1975, dia de sua fundação, a Sociedade Esportiva do Gama adotou como seu primeiro escudo o brasão do Distrito Federal com a letras S E G. O símbolo era um pilar do Palácio da Alvorada. De forma intuitiva, o Sr Hermínio Ferreira Neves “Seu Tim”, torcedor do Gama, introduziu o símbolo no uniforme do Palmeiras. Curiosamente, os primeiros jogadores chamavam de símbolo do DEFER (o antigo Departamento de Educação Física, Esportes e Recreação), pois aquele órgão eventualmente contribuía com algum material para as equipes da Capital.

Com diversos projetos no currículo, incluindo o estádio Bezerrão e Feira permanente da cidade, o arquiteto Dr. Alberto Farah, funcionário da Administração Regional do Gama, buscou diversas inspirações para criar o novo brasão do clube. E em 1978, tendo como referência a logo da copa do mundo da Argentina ocorrida naquele ano, o arquiteto cria o novo brasão do clube. Na finalização do projeto, foram excluídos os braços e a bola ao centro ficou parecida com uma colmeia, fazendo referência ao planejamento dos setores da cidade.

Em 1999, em uma viagem onde a equipe iria realizar uma partida pela Série A do Campeonato Nacional, o então Presidente do clube, Wagner Marques, foi abordado por um jornalista local que o perguntou porque não mudava as letras SEG pelo próprio nome GAMA, uma vez que os profissionais da imprensa de outros estados tinham dificuldade para saber o significado daquelas três letras. A ideia foi aceita. A grafia foi adotada e a estrela pela conquista da Série B de 1998 passou a fazer parte do emblema gamense. Aconselhado por numerólogos, em 2001, Wagner Marques acrescentou um M a mais ao nome do time ficando GAMMA, porém, com a repercussão negativa causada pela mudança junto à torcida, o dirigente resolveu deixar a grafia com apenas M.

Fonte: Memorial Gamense

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